Listas do CDS para Câmara de Lobos (Madeira, Portugal) entregues amanhã

O CDS/PP amanhã formaliza a candidatura a TODOS os órgãos autárquicos do Concelho de Câmara de Lobos.

Importa referir, que as listas que serão entregues amanhã, contam com um número importante de candidatos jovens com excelentes qualificações profissionais e sucesso profissional nas mais diversas áreas, permitindo apresentar ao eleitorado garantias de competência e capacidade para lidar com os problemas e ambições dos Câmara-lobenses.

De salientar também o número significativo de mulheres (cerca de 50%), que por vontade e mérito próprio decidiram abraçar este projecto em lugares importantes e cimeiros nas diversas listas, encabeçando duas listas à Assembleias de Freguesia, nomeadamente na Quinta Grande e no Jardim da Serra.

Importa também referir que para além do já conhecido candidato a Câmara, Roberto Rodrigues, podemos adiantar que o primeiro Candidato a Assembleia Municipal, será o conhecido e combativo José Luís Gonçalves, empresário e antigo Presidente do CSD de Câmara de Lobos.

Portanto é com humildade que o CDS/PP apresenta os seus melhores candidatos a este Concelho, na certeza que todos eles estarão de corpo e alma na defesa dos interesses e do futuro dos Câmara-lobenses e de Câmara de Lobos.

 

PAULO PORTAS QUER QUE PRESIDENTE DA REPÚBLICA TRAVE LEI DE EXECUÇÃO DE PENAS

O líder do CDS-PP pediu hoje ao Presidente da República que trave”o código de execução de penas, considerando que “existe legislação e regulação a mais” em Portugal, “muitas vezes mal escrita e mal pensada”.

“O Presidente da República vai de férias com muitos diplomas para analisar porque verificou-se um exagero legislante”, disse Paulo Portas, acrescentando que, “com este diploma que leva para análise, não se distingue o autor de um furto de um autor de um homicídio”.

“É uma lei injusta, perigosa e que aumentará a insegurança”, observou o líder centrista à agência Lusa, considerando que “seria um erro aprovar uma lei de execução de penas numa altura em que aumentam os assaltos, os gangues são mais perigosos e a insegurança cerceia a liberdade das pessoas”.

“Como esta lei pretende, um sujeito condenado, por qualquer crime que seja, poderá ficar em regime aberto depois de cumprir apenas um quarto da pena e sem vigilância policial. Ora, gente com hábitos criminosos pode sempre voltar a cometê-los”, afirmou Paulo Portas, adiantando “esperar” que o Presidente da República “trave” a publicação do diploma.

À margem de uma visita hoje efectuada à Feira de Enchidos, Queijo e Mel de Vila de Rei, Paulo Portas disse à Lusa que a “palavra de ordem” e o “valor essencial” do CDS é o “trabalho” e que “o País precisa de um Governo a favor de quem trabalha, trabalhou ou quer trabalhar e não um que subsidie quem não quer trabalhar”.

“Esse - frisou - é o valor essencial para o CDS e os nossos deputados mostraram-no bem na Assembleia da República, ao serem os que mais iniciativas legislativas apresentaram”.

Segundo Portas, a visita às Feiras “significa uma campanha em que o CDS dá o peito às balas” e que, “sendo uma campanha austera no gasto, é inovadora na mensagem e frontal na atitude”.

Para o líder centrista, que se mostrou convicto de que o CDS “vai crescer mais do que muitos pensam”, a “prioridade” do CDS é a economia, “mais do que o défice”.

Reclamou, nesta sequência, “mais apoios às pequenas, médias e micro empresas, devolução do IVA a 30 dias, revisão em baixa do Plano de Estabilidade e Crescimento e obrigação do Estado de pagar a tempo e horas às empresas com compensação de créditos, sob pena de pagamento de juros de mora”.

Referindo-se a Vila de Rei descreveu-o como um “concelho com tradição à direita” e assinalou não vislumbrar “uma única medida” do Governo “para travar a desertificação do interior”.

“O distrito de Castelo Branco é bem exemplo disso, com a perda de um deputado a eleger por este círculo eleitoral”, concluiu.

 

PAULO PORTAS CONTRA SISTEMA FISCAL QUE DESMOTIVA OS TRABALHADORES

Paulo Portas, acusa os socialistas de complicarem os escalões do IRS e de criarem um sistema fiscal que desmotiva os trabalhadores.

"Nós já temos um IRS com sete escalões, já é muito complicado, se agora o ainda vão complicar mais, cheio de progressividade, vocês sabem o que acontece: passamos a ter um sistema fiscal que não incentiva ninguém a subir na vida, a trabalhar mais, a ganhar mais, porque tudo aquilo que se consiga ganhar a mais, em vez de ficar na família, vai para as arcas do Estado”, afirmou.

 

CDS TOTALMENTE DIPONÍVEL PARA ENCONTRAR SOLUÇÕES QUE RESPEITEM DECISÃO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

O CDS está totalmente disponível para solucionar a questão do Estatuto dos Açores, respeitando a decisão do Tribunal Constitucional e considera que o diploma é positivo para a região autónoma e para o país.

"É positivo para os Açores e para o país que os Açores tenham um novo Estatuto Administrativo e é positivo que esse estatuto entre em vigor com a maior brevidade possível", disse Nuno Magalhães.

"Temos a total disponibilidade para, de forma consensual preferencialmente, encontrarmos as melhores soluções jurídico-constitucionais de acordo com esta decisão do Tribunal Constitucional", acrescentou.

Duas das normas do Estatuto dos Açores 'chumbadas' hoje pelo Tribunal Constitucional referem-se a artigos contestados pelo Presidente da República, que considerava tratarem-se de soluções "absurdas" e que colocavam em "sério risco os equilíbrios político-institucionais".

Em causa estava sobretudo a norma relativa à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores (artigo 114º), que consagrava o dever adicional do chefe de Estado de ouvir este órgão, os seus grupos e representações parlamentares e o presidente do Governo Regional, sujeitando o chefe de Estado a mais deveres de audição e consulta no que toca à dissolução da Assembleia Legislativa dos Açores do que os previstos para a dissolução do Parlamento nacional.

A 25 de Setembro, a Assembleia da República voltou a aprovar por unanimidade uma nova versão do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, sem mexer no artigo 114º, um dos principias alvos das críticas de Cavaco Silva.

Hoje, o Tribunal Constitucional acabou por dar razão ao Chefe de Estado na questão do Estatuto Político-Adminsitrativo dos Açores, cuja fiscalização abstracta sucessiva tinha sido pedida pelo anterior Provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues.

O Estatuto Político-Administrativo dos Açores foi aprovado pela Assembleia da República a 19 de Dezembro, com os votos favoráveis do PS, PCP, CDS/PP, Bloco de Esquerda e "Os Verdes" e a abstenção do PSD.

 

El Parlamento portugués rechaza una moción de censura al Gobierno socialista

El Parlamento portugués rechazó hoy por mayoría una moción de censura presentada contra el Gobierno socialista de José Sócrates, la cuarta desde su elección en 2005.

La moción fue rechazada por la mayoría parlamentaria del gobernante Partido Socialista, mientras que votaron a favor de la misma el principal partido de la oposición, el Social Demócrata (PSD, centro-derecha), y el democristiano Popular (CDS-PP, derecha), que hizo la propuesta.

Se abstuvieron el Partido Comunista Portugués (PCP) y el Bloque de Izquierda.

José Aguiar Branco, líder parlamentario del PSD, dijo que los diputados de esa formación política apoyaron la censura para que los socialistas no sacaran la conclusión errónea de que "salían fortalecidos" de esta sesión parlamentaria.

Branco agregó que el PSD sabía que la propuesta de censura era "inoperante" porque, en caso de que hubiese prosperado y se produjera la caída del Gobierno, las elecciones legislativas se celebrarían en la misma fecha en que ya están previstas, en otoño próximo.

Paulo Portas, líder del CDS-PP, anunció la moción de censura el 7 de junio, al conocerse los resultados de las elecciones europeas, en las cuales fue derrotado el Partido Socialista.

Según Portas, el Gobierno de Sócrates ha fracasado en sus políticas económicas y sociales.

Sócrates dijo que el CDS-PP trataba de ganar protagonismo y que presentar los resultados de unas elecciones europeas como si fuesen los de unas "legislativas" es un error político.